quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ESSES POETAS GENIAIS E SEUS VERSOS MARAVILHOSOS!!! (Exclusivo para o site LIRISMO ACADEMICO)


O ULTIMO POEMA
(Luiz Menezes de Miranda)

O resto do otimismo que me sobra
Guardo dentro de mim
Guardo dentro da minha esperança
Guardo por que
Pode ser a ultima lágrima que choro.

Pode ser o ultimo beijo
Que guardei pensando em voce
Pode ser o último poema
Pode ser a última inspiração
Gravada com as letras do teu nome.

Pode ser o último abraço
As últimas palavras
O último olhar terno
Pois minha boca emudeceu, silenciou
E minha alma ainda está aquecida.

Aquecida pela esperança
De um dia poder estar outra vez
Usufruida das raizes matrizes
Que ainda tenho escrito
No último poema que fiz para voce.

-*-

BANCO DE JARDIM
(Rachel dos Santos Dias)

Esta vendo aquele banco de jardim?
Agora está vazio, a pedra ficou limosa.
Ele acolhia meus amores de menina,
Quando a ilusão grassava como rosas.

Consegue imaginar o quanto ele valia
Ao acolher sussurros, beijos escondidos?
O cheiro do jardim impregnava a noite,
Meus sonhos de menina eram sentidos.

Ainda está lá,  na Praça da Matriz
Á sua volta já não florescem flores.
Recebe, vez ou outra,  passante fatigado
Que nem sabe daqueles meus amores!

Ficará,  por ser de pedra,  eternamente,
Na praça ajardinada da lembrança.
No coração também será eterno
Enquanto eu tiver alma de criança...

-*-

UM PEDAÇO DA HOLANDA
(Adelina Cardoso de Sá)

Os Holandeses plantas as flores,
Com suas nobres tradições,
Colorindo o nosso país, alegrando os corações.

As flores que eles plantam,  seguem as quatro estações.
Brotam lá na primavera,  e acompanha o verão.
Só no outono e inverno que vem a tranformação.

É um pedacinho do céu, com suas flores coloridas,
A Holambra dos Holandeses é bonita,  é querida.

Com os seus passeios turisticos, que tem para oferecer
Convida os visitantes, que nunca vão esquecer.

Com as variedades das flores, eles querem apresentar,
Um pedaço da Holanda no Brasil,  aqui está.

Obrigado aos Holandeses,  que escolheram o Brasil,
Para apresentar suas flores,  aos corações varonil.

-*-

"CONVIVENDO COM A DOR"
(Rosana Montero Cappi)

As entranhas de alguem, doem de várias formas,
Por cicatrizes mal curadas,  ou feridas na alma perpetuadas.
O interior de alguém que é infeliz,
Se martiriza e agoniza, sofre por alguma doença,
Esquecendo-se de sua crença.
O corpo de alguém parece não aguentar mais viver,
Persiste no aqui ficar,
Sem querer, aos outros faz magoar.
Quem será esse alguém que carrega tanto sofrimento,
Faz da vida um eterno lamento
E prossegue no padecimento?
Pode ser um conhecido, até um ente querido,
Talvez um completo desconhecido,
Feito animal que fere porque é ferido.
Quem não aceita sua cruz,
E não enxerga mais a luz
Faz as sombras do desencanto, habitarem seu canto.
É muito triste alguém que cultiva o rancor,
Não sabe praticar o amor
Que só se realiza pelo perdão
E permanece na dor da escuridão.

-*-

"TEMOR"
(Fabio Renato Vilella)

Temo a liberdade do abandono,
Temo a tua partida,
Temo a minha ida
Temo o fim da vida
Por que na esquina se fez,
Nessa quadra do amor prometido?
Por que o tempo já pe ido?
Por que tudo já foi vivido?
Por que o carinho foi banido?
Hora da mala, de novo a mala,
Talvez na lágrima e a porta da sala.
(Para Cristina, esposa amada)

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"AGANEW-CONVERSINHA AO PÉ DO OUVIDO"
(Texto do Escriba Antonio Gutierre Alfonso)

"Como não alimentar perspectivas de ganhar ou de perder em um mundo regido pelo consumismo... Somos movidos por estimulos de conquista,  de ambição e de competição.  Quem resiste a eles é inexoravelmente condenado como fraco!  Aqueles que priorizarem, acima de tudo os valores humanos e espirituais são quase herois nessa sociedade doente.   Procure se libertar dos valores que não oferecem crescimento espiritual.  Dedique-se a busca da felicidade verdadeira!"

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