terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PONTO FINAL (Lucas Gomes Vieira)


PONTO FINAL!
Ela sonhou
Que o nosso amor seria um conto sem ponto final
Escrito como um dos mais belos romances
Que se renovaria a cada Natal
Mas eu bem que lhe avisei que uma historia é feita de nuances
Que podem levar uma personagem ao mal.

Ela começou
A mal dizer do meu nome,
A cobrar pela foto que no seu braço tatuou,
A me tratar com outro tipo de pronome,
Dizendo-me coisas que até Deus duvidou
E entre outras prometeu arrancar meu sobrenome.

Ela chorou
Ao se debater contra o meu peito,
Jurando ganhar a guarda do nosso menino
E me estranhou por mesmo assim eu lhe ver com respeito,
Por guardar boas lembranças do nosso ninho
E por torcer para que ela seja feliz em outro roteiro.

LUCAS GOMES VIEIRA   -  Em 2010 esteve presente num dos eventos da nossa CASA DO POETA DE CAMPINAS  na Academia Campinense de Letras, onde declamou uma das suas poesias.  Lucas também se interessou em participar na proxima coletânea da nossa Casa do Poeta de Campinas e deverá estar presentes em nossos eventos durante este ano.    


sábado, 15 de janeiro de 2011

SEREI LIVRE (Lucia Freitas)

SEREI LIVRE

Serei livre quando, fizer aquilo que preciso e não aquilo que desejo.
Serei livre quando, entender que fazer aquilo que preciso é o que trás a satisfação plena!
Pois, é partilhar plenamente do dom -presente original-  e guiado pelo meu próprio poder, alcançar meus sonhos.
Enquanto, ir atrás dos desejos,  ocultos em meio aos meus medos, apenas afasto-me de mim mesmo.

Serei livre quando, empreendendo o vôo forte rumo ao norte de minhas intenções entender, que as tempestades são o teste, para a força de vontade que move minhas asas, rumo aos meus sonhos, também chamados de ideais, planos, metas... 

Serei livre quando, dignificar minha existência percebendo, que para alcançar meus sonhos, sim!  Tenho de voar!  Pois,  o éter flutua.  Quem sonha não rasteja!  Rastejar é o sigma dos que vivem aos desejos. 

Serei livre quando, alço vôo mesmo que para distante da minha suposta terra e de meu suposto povo.
Pois, o meu povo habitará eternamente o meu peito.
E minha terra? Será aquela onde encontrar a água fresca com a qual saciarei minha sede,  o fruto que alimentará  meu corpo,  a esperança que abastecerá minha alma e a paz que fortalecerá minhas intenções, ou meus sonhos, ou ideais, ou planos...

Serei livre quando,  despreender-me dos excessos e do material.  Porém, sem os tais fanatismos!
Visto que, a mendicância é para os tolos que não percebem que o corpo é um templo sagrado.
Corpo que o pai ofertara ao espirito,  filho deste, original;  ao fecundar a terra com a sua própria forma e vontade; transmitindo por todos e por cada um o amor que, não findará no retorno deste, á mesma terra, o verdadeiro utero e derradeiro colo.
Corpos ao qual, apenas, pedimos carona.

Serei livre, então, quando finalmente entender o porquê da jornada ser mais importante que o destino. 
Visto que saberei qual é o meu verdadeiro destino.
Assim, prestarei atenção aos sinais e aos simbolos...
Sabendo que os sinais me dirigem e os simbolos me alertam.
Enxergando finalmente!
Mas, o enxergar muito além da próxima curva, ou da linha do horizonte, enxergar o infinito ao qual pertence, o meu verdadeiro EU.
Paz a todos

LUCIA FREITAS   é  Filósofa e Psicóloga,  amante das letras e das artes,  seguidora e colaboradora do nosso blog LIRISMO ACADEMICO e nossa convidada especial para os eventos da Casa do Poeta de Campinas na Academia Campinense de Letras.
Seu e-mail:    lukeziza@gmail.com      


    

  

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O RETORNO DOS CLONES (Rosana Montero Cappi)

O Retorno dos Clones!

Ah! como éramos perfeitos,
De Deus clonados fomos,
Mas pelos caminhos nos perdemos
E como voltaremos a perfeição,
Se não fazermos transformação
E não limparmos nosso coração?
Carregamos mágoa, rancor, inveja e tristeza.
Não agradecemos as maravilhas do Universo
Mesmo sendo uma centelha
Em meio a tanta riqueza.
Continuamos sendo clones de quem
nos dá tanta beleza.
Ah! nunca deveriamos esquecer
Somos imagem e semelhança do Criador.
Vamos tentar dele nos aproximar
E viver a função do universal amor .
                              (Rosana Montero Cappi)

Para Agmon, com todo carinho e admiração da amiga Rosana.  Obrigado por compartilhar seu poema CLONE DE DEUS. Aqui vai minha resposta em forma de poesia.   (a) Rosana Montero Cappi -  

   -  Rosana Montero Cappi é Escritora Romancista e Poetisa, autora dos romances "EMA"  e do seu mais recente lançamento "Estão Voltando as Flores" de muito sucesso.  Acesse o blog http://rosanacappi24x7.blogspot.com/

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

DIRETORES DA CASA DO POETA DE CAMPINAS PREPARAM PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS PARA 2011

Tivemos no ultimo dia 09 do corrente (domingo)  a primeira reunião da diretoria da CASA DO POETA DE CAMPINAS para elaboração de extensa programação de eventos que se realizarão durante todo ano de 2011  na ACADEMIA CAMPINENSE DE LETRAS.
Vemos nas fotos os diretores presentes naquela ocasião a saber Rosana Montero Cappi, Agmon Carlos Rosa, José Luiz Pires, Flavio de Azevedo Levy, Geny Fuzzto Dagnoni, o Presidente João Baptista Muniz Ribeiro e sua esposa da. Maria Terezinha C. Ribeiro.

Oportunamente estaremos comunicando as datas oficiais e o envio de convites aos nossos amigos confrades e confreiras das letras, amantes das artes e das letras, associados da Casa do Poeta de Campinas, simpatizantes e seguidores dos blogs (http://www.casadopoetacampinas.blogspot.com/  e  http://www.lirismoacademico.blogspot.com/)

domingo, 9 de janeiro de 2011

SER POETA (Luiz Menezes de Miranda)


"SER POETA"

Ser poeta é ter inspiração
Criar imagens, rimas e fantasias,
Viver de sonhos, glórias e utopias.

Ser poeta
É tonalizar tristezas e alegria
Provar a vida em emoções.
Tremer a terra, uivar o mar
Evitar que a lágrima
Escorra do coração.

Ser poeta é deslumbrar o belo,
O canto, o encanto, o vazio e o nada.
Fazer florescer de dentro de uma pedra
Os mais belos dos belos que encanta a vida.

Ser poeta é abrir os braços
Encher o peito
E dizer:  -vai versos!

Ser poeta é não ter nome,
Ser um anônimo,
Mesmo sendo sinônimo
Entre milhares de versos .

Ser poeta é dom
É ter a rima, cantar, recitar,
Ínsita, instiga mensura
Sómente o belo.

Ser poeta é ser poeta
Diante de tantos
Que vê de forma diferente,
O diferente de uma vida

LUIZ MENEZES DE MIRANDA - (Salvador, Sudão, Bahia)  - 
Acesse:   http://recantodasletras.uol.com.br/escrivaninha    e  http://www.poesiasdeaaz-capaz.blogspot.com/      -  Abraço ao amigo confrade das letras e da boa terra maravilhosa dessa nossa amada Bahia.   Venha nos visitar e conhecer nossa   CASA DO POETA DE CAMPINAS  e nossa ACADEMIA CAMPINENSE DE LETRAS. 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"O SANTO GRAAL" (Agmon Carlos Rosa)


"O SANTO GRAAL"

A luta pela sobrevivência nos roubou
momentos de transcendência espiritual.
O disputar espaços, como regra vital,
Nos tornou competitivos,  irracionais.

Congelou corações e mentes carentes.
Nosso lado humano se fez desumano,
Sem ética, nos tornou descrentes.
Sem pudor, imoral e profano.

Na maioridade senil, o "terra a vista"!
O arriar velas e remar até a praia calma.
Fim das intempéries da vida.
O não voltar,  náufragos foram.

Em terra firme e segura postos,
O romper com os dógmas impostos.
A vida plena, a pedra filosofal,
Só na idade senil e transcendental,
Teremos encontrado e realizado
O "Santo Graal"!!!

                                 Agmon Carlos Rosa

O SANTO GRAAL - poema publicado no "Espaço dos Poetas" do site http://www.vipvirtual.com.br/ 
Nosso agradecimento especial á Augusto Barreto e sua equipe de altissimo nível. Abraços e a todos



sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 - TEMPO DE REFAZER PLANOS...


Aos confrades e confreiras amigas, simpatizantes e seguidores deste blog, nossos sinceros votos de um FELIZ ANO NOVO , lembrando a todos que é nossa conduta verdadeira e não nossa crença aparente que nos identifica perante Deus e os homens...  Feliz 2011 a todos.  Agmon Carlos Rosa, poetamigo